quarta-feira, 12 de junho de 2013

A escola e a fábrica

Ultimamente tenho me perguntado se não tratamos os nossos alunos como máquinas e a escola é uma linha de produção que entra e saem produtos o tempo todo. O aluno é o produto, o professor é o operário que deve executar e/ou moldar o produto, os supervisores da produção são os que compõem a equipe pedagógica e assim para cada funcionário da fábrica podemos compara-lo a um profissional da educação.

As escolas não devem ser tratadas, visualizadas, percebidas e compreendidas como uma fábrica, pois como fábrica a escola não vai conseguir ser um espaço no qual se pensa a vida (do aluno, do professor, da mãe, do pai, do vigilante, da cozinheira, da comunidade, da sociedade,...), um lugar de convivência, crescimento, aprendizagem, a inclusão e reconstrução.

Pensar, idealizar e vivenciar um novo modelo de escola não depende apenas da mudança de visão do gestor, depende de cada um, de rever e avaliar suas ações, de se replanejar, voltar o conteúdo, buscar a ligação dele com a vida do aluno, com sua profissão, ....

Fácil? NÃO!!! Cada dia eu me pergunto como fazer isso, nem todo dia eu tenho as respostas e não sou a senhora da razão.

Vamos pensar!!!!

domingo, 12 de maio de 2013

Educação Contextualizada

Sempre em minhas aulas de didática conversava com os alunos a cerca da importância de se trabalhar a partir da realidade local do aluno, da contextualização da região, das experiências, vivências, etc... Para mim estava claro que não se pode tentar trabalhar um conteúdo se o mesmo não tiver um significado para o educando e se este não se percebe naquela história, naquela cidade, naquele contexto. Para minha surpresa, percebi que os alunos não se reconhecem como de uma região semi-árida, uma região do sertão, com diversidades climáticas especiais e únicas no mundo. Assim, resolvi que independente de serem alunos da licenciatura em Química, Física, Computação ou Música, os alunos tem que se reconhecerem como cidadãos daquela região e para a partir disso trabalharem futuramente com seus alunos o contexto local,ensinar essas diversas disciplinas partindo dessa realidade. Passei a me questionar e continuo me questionando se não nos identificamos como sertanejos, como pessoas do interior, da caatinga, por causa de um contexto histórico que prega que uns dominam e outros são dominados, que involuntariamente vendemos a imagem de que a vida boa é aquela que não podemos viver na nossa região. Assim, essa semana realizei a primeira ação de um projeto de identificação e percepção dessa região, levei a turma de didática para a Embrapa, lá os alunos iniciaram um processo de reconhecimento do que é ser dessa região, o que é a caatinga, entre outros olhares e o principal dele é quem eu sou nesse contexto, o que a especificidade do meu curso muda na minha ótica quando me reconheço pertencente desse lugar, quem eu na verdade sou.... Eu sou Danielle, sou Cearense, moro em Petrolina, estou aprendendo sobre o sertão, o semi-árido e sobre quem sou e quem quero ser e como a minha percepção influencia na relação de ensino e aprendizagem dos meus alunos. Quem são meus alunos? ....

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Oficina de Iniciação Teatral para os alunos da Licenciatura em Física, Química e Computação do PIBID, IF Sertão PE
Após a palestra tietando a Professora Guaraci Martins. Adorei a troca de experiências entre o Teatro e a Educação!!!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Palestra “Abordagens Sobre o Teatro no Espaço da Educação”

No auditório central do campus Petrolina, às 19:00 será realizada a palestra “Abordagens Sobre o Teatro no Espaço da Educação” com a professora Dra. Guaraci da Silva Lopes Martins, da Universidade Tuiuti do Paraná. A professora, após a palestra, irá lançar a obra “Teatro na Escola: Contribuições do Estudo e da Representação da Tragédia Grega na Formação de Alunos no Ensino Médio”, editora Universidade Tuiuti do Paraná Curitiba, 2012, ISBN 978-85-7698-025-0. Contamos com sua participação!!!

MEC está desenvolvendo plataforma nacional digital da educação básica

MEC está desenvolvendo plataforma nacional digital da educação básica O Ministério da Educação - MEC está elaborando, em conjunto com secretarias, organizações sem fins lucrativos e empresas, uma plataforma nacional digital para a educação básica. A ideia é oferecer aulas digitais com objetos de aprendizagem variados (vídeos, textos e jogos), e um conteúdo esquematizado, de modo que cada rede ou escola organize seu currículo. A ferramenta começou a ser desenvolvida em fevereiro e deve ser lançada no início de 2014. A plataforma será equipada com aulas prontas, divididas em três níveis de complexidade, e com ferramentas de customização e criação de novas atividades, áreas de compartilhamento e orientações para os professores. O portal deve contar ainda com um sistema de avaliação que, além de monitorar o que o aluno aprendeu, já o direcione para um exercício ou conteúdo específico. O plano inicial era começar a construção do projeto com uma plataforma voltada para os anos finais do ensino fundamental. Mas, por conta da preocupação do governo federal com o ensino médio, essa etapa também será contemplada. O conteúdo dessa nova plataforma será organizado de acordo com as expectativas de aprendizagem baseadas nos descritores da Prova Brasil. Além de prever a produção de conteúdo especialmente para formar o portal, o projeto também deve reunir iniciativas bem-sucedidas realizadas pelo país. Uma delas seria a Educapédia, plataforma utilizada em uma escola pública do Rio de Janeiro (veja mais). Com informações do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: http://www.blogeducacao.org.br/2013/04/mec-esta-desenvolvendo-plata...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dica: O Curso a distância em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis

Caros,

Segue uma dica muito bacana para aqueles que querem se capacitar no ensino inclusivo a partir do uso das tecnologias.

Curso a distância em Tecnologias da Informação e Comunicação Acessíveis

O curso visa formar professores de escolas públicas na perspectiva da Educação Inclusiva, com abrangência nacional, auxiliando-os no uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação Acessíveis e na construção de ações pedagógicas para o atendimento educacional especializado (AEE), com o objetivo de apoiar processos de aprendizagem e desenvolvimento de alunos com necessidades educacionais especiais (NEEs), nas respectivas unidades de ensino.

http://www.cinted.ufrgs.br/niee/FormacaoContinuada_V2/